|
|
|
|
|
|
|
|
![]() |
||||||
|
|
|
|||||
|
|
|
|||||
![]() |
![]() |
COEFICIENTE DE DESPERDÍCIO NO CÁLCULO (continuação da Parte I) Método simples: Consiste em aproveitar a experiência dos outros e trabalhar com coeficientes estabelecidos pela prática e experiência acumulada durante anos. Internacionalmente são aceitos como viáveis os coeficientes abaixo, como ponto de partida em direção ao futuro aperfeiçoamento, pela prática e pelos resultados alcançados pea própria fábrica. Devido às exigências, principalmente sobre a qualidade estes coeficientes, eventualmente, podem ser maiores: - Pelicas: 40 % - Couro flor integral: 20 % - Couro lixado ou estampado: 15 % - Camurção: 12 % - Lona grossa (de algodão): 8 – 10 % - Laminados, sintéticos: 4 – 6 % - Nylon, espumas: 4 % - Placas de borracha, EVA Resinadas: 5 % Método completo: Exige implantação do cálculo de consumo de materiais perfeito, rigoroso acompanhamento da entrega e da devolução do material não utilizado por parte dos cortadores e uma pessoa dedicada exclusivamente a esta tarefa (não tenham dúvida que esta pessoa se paga). Neste caso entregamos aos cortadores os materiais pelo valor líquido calculado (incluído, naturalmente o retalho inevitável), mais o coeficiente de desperdício e calculamos a diferença na devolução, entre o valor líquido e o realmente gasto. Este procedimento deve ser efetuado pelo menos durante um mês (três meses é melhor) para todos os modelos, todos os materiais e todos os cortadores. Por um mês, pelo menos, para estabelecer os valores corrigidos para o coeficiente de desperdício. Mas deve ser praticado o tempo todo para avaliar os prejuízos ou lucros oriundos da seção do corte. Diariamente tabulamos os resultados como descritos abaixo: A – Percentagem da diferença entre o valor calculado e o valor gasto realmente de material por cada modelo; B - Percentagem de diferença pelo material aplicado; C – Opcionalmente a diferença no ítem “B” para comparação entre cortumes que fornecem o mesmo material; D – Percentagem da diferença para cada cortador igual para cada modelo e Material; No caso de A, B e C os resultados são indicadores do comportamento dos modelos e dos materiais. No caso D – agrupamos os cortadores para modelos e materiais iguais. O ideal é juntar de 10 a 15 resultados. Destes cancelamos os dois melhores e os dois piores, do restante calculamos a média. Esta média serve para avaliar o desempenho profissional dos cortadores individualmente. A experiência nos ensina que a metade do valor da diferença entre material entregue e gasto, é devida ao coeficiente de desperdício pelos fatores anteriormente apontados e a outra metade é devida ao desempenho dos cortadores. Isto pode servir de base para posterior correção do coeficiente de desperdício de material. Uma vez estabelecida esta percentagem segura, o coeficiente de desperdício, causado pelos cortadores, deve ser igual a ZERO. O importante, também, é verificar (a máquina de medir peles é um imvestimento que se paga depressa) a metragem das peles recebidas. Principalmente porque os cortumes não têm uma boa reputação neste sentido. Mas os produtores de laminados também não são lá muito rigorosos nem no comprimento, nem na largura da cobertura com laminado. |
![]() |
|||
|
|
|
|
||||
|
|
|
|||||